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Agosto Lilás: campanha da CIPA+ da FEI promove conscientização e combate à violência contra a mulher

Agosto Lilás: campanha da CIPA+ da FEI promove conscientização e combate à violência contra a mulher


  10/08/2026

Confira uma seleção de livros e filmes para incentivar a reflexão sobre violência de gênero, acolhimento e respeito

Em 2026, o Agosto Lilás ganha um significado ainda mais especial com a celebração dos 20 anos da Lei Maria da Penha, um dos principais marcos legais brasileiros no enfrentamento à violência contra a mulher. Criada para fortalecer a prevenção, a proteção e a responsabilização dos agressores, a legislação representa um importante avanço na garantia dos direitos das mulheres e na promoção de uma sociedade mais segura e igualitária.

Como parte das ações de conscientização da campanha, a CIPA+ da FEI preparou uma seleção com 10 livros e 10 filmes que abordam diferentes perspectivas sobre a violência de gênero, as desigualdades e as formas de enfrentamento. As obras também incentivam reflexões sobre acolhimento, autonomia, respeito e superação, contribuindo para ampliar o diálogo sobre o tema.

Confira as recomendações:

Livros

  1. Sobrevivi... Posso Contar — Maria da Penha Maia Fernandes
  2. A Cor Púrpura — Alice Walker
  3. O Conto da Aia — Margaret Atwood
  4. Quarto (Room) — Emma Donoghue
  5. Mulheres que Correm com os Lobos — Clarissa Pinkola Estés
  6. Minha História — Michelle Obama
  7. Kim Ji-young, Nascida em 1982 — Cho Nam-joo
  8. Know My Name — Chanel Miller
  9. O Presente do Medo — Gavin de Becker
  10. Na Casa dos Sonhos — Carmen Maria Machado

Filmes

  1. Nunca Mais (Enough) — 2002
  2. A Cor Púrpura — 2023
  3. Terra Fria (North Country) — 2005
  4. O Homem Invisível — 2020
  5. O Escândalo (Bombshell) — 2019
  6. Entre Mulheres (Women Talking) — 2022
  7. Acusados (The Accused) — 1988
  8. O Quarto de Jack (Room) — 2015
  9. Ela Disse (She Said) — 2022
  10. 10 Thelma & Louise — 1991

Neste Agosto Lilás, a FEI reforça a importância da informação, da conscientização e do diálogo como instrumentos fundamentais para a prevenção da violência contra a mulher e para a construção de uma cultura baseada no respeito, na igualdade e na dignidade.