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A FEI 
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 Responsabilidade Sócio-Ambiental 

Preservando o Meio Ambiente e Promovendo o Bem Social

Nos seus 232 mil metros quadrados, localizado em uma área de manancial, o campus da FEI em São Bernardo do Campo possui uma vasta área verde de fauna e flora diversificada. Sempre pensando no avanço da tecnologia, mas sem prejudicar a natureza, projetos sócio-ambientais desenvolvidos na FEI têm contribuído não só para a preservação do meio ambiente, mas para a transformação social e para a sustentabilidade.

Em 2003, 18 mil metros quadrados de asfalto que cobriam as vias de acesso dentro do campus foram substituídos por piso intertravado permeável (blocrete), para permitir um melhor escoamento das águas pluviais. No mesmo ano, o plantio de mais de 1000 mudas de flores deixaram o campus ainda mais agradável, além da preservação das áreas ajardinadas que é trabalhada durante o ano todo com a colocação e apara de gramados.

Projeto de Reciclagem de Resíduos

Com o objetivo de dar outro destino às 11 toneladas de material reciclável produzidos na instituição, além dos lixões públicos, há dez anos foi implantado na FEI o projeto Reciclagem de Resíduos. Um trabalho de conscientização entre alunos, professores e funcionários que resultou na instalação de vários coletores diferenciados de resíduos nos campi. Hoje, todo material reciclável coletado na FEI vai para o “Lar da Mamãe Clory”, uma entidade que abriga crianças carentes. No local, uma equipe de 15 funcionários faz a separação do material que é prensado, embalado e vendido a centros de reciclagem. Toda verba é destinada para manutenção e sustento do lar.

Projeto Roda D'Água

Idealizado pelo professor do curso de Engenharia Elétrica, Mario Kawano, o projeto visa a levar energia elétrica de forma sustentável a locais afastados dos centros urbanos, principalmente em propriedades rurais, e consiste em transformar uma parte da água de montanhas e lagos em energia elétrica capaz de alimentar lâmpadas e eletrodomésticos de uma residência.

Para obter a energia, o proprietário precisa instalar o equipamento em locais que tenham quedas de água. Essa água vai para a roda, que, ao girar, gera energia elétrica, essa energia é acumulada em baterias e pode ser usada para abastecer uma residência de pequeno porte durante a noite. A energia elétrica gerada é de aproximadamente 27 watts, capaz de alimentar lâmpadas, rádio e televisão. Parte do dia a roda pode fazer o bombeamento da água, que quando finalizado inicia o processo para armazenamento da energia e para essa energia alimentar a casa, é necessário um no break.

Localizada a duas horas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, a residência do cultivador de bananas Domingos Chrispin Santos, que fica na região de Maranduba, foi beneficiada com o projeto. O cultivador de bananas usava um gerador abastecido com diesel para ter energia elétrica, o que impactava num consumo mensal de 88 litros do combustível. Agora, com esse projeto, cerca de 4 toneladas de CO2 deixarão de ir para o meio ambiente, por ano.

Esse projeto esta disponível para a sociedade em geral, clique aqui para mais informações.