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Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros 
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Histórico 

Em agosto de 1945, graças à visão e empenho de um sacerdote jesuíta, o Pe. Roberto Sabóia de Medeiros, foi constituída a Fundação de Ciências Aplicadas, que em 2002 teve o nome modificado em homenagem ao fundador, e em clara referência ao vínculo estatutário que a instituição tem com a Companhia de Jesus, fundada por Santo Inácio de Loyola.

Assim, a atualmente denominada Fundação Educacional Inaciana "Pe. Sabóia de Medeiros" – FEI foi criada com a colaboração de vários instituidores, para ter uma natureza fundacional autônoma, com o objetivo de manter instituições de ensino, principalmente de ensino superior. Desde os primórdios, consolidou-se como mantenedora da Faculdade de Engenharia Industrial e seu histórico é estreitamente vinculado à evolução e desenvolvimento de suas unidades mantidas. A FEI, através de diferentes cursos, já formou, ao longo de sua existência, mais de 50.000 profissionais, entre engenheiros, administradores de empresas e profissionais da área de informática.

Em janeiro de 1944, o mesmo fundador, Pe. Sabóia de Medeiros, criou uma instituição denominada Ação Social, que dentre outros objetivos estatutários, estava o de manter a Escola Superior de Administração de Negócios-ESAN e a Escola Técnica São Francisco de Bórgia. Ambas as instituições, Fundação e Ação Social, atuaram paralelamente e com compartilhamento de recursos, principalmente recursos humanos, tendo em vários mandatos de diretoria o mesmo Presidente, nomeado pela Companhia de Jesus.

Fundada em 1941, a Escola Superior de Administração de Negócios- ESAN/SP, que marcou o início formal dos estudos específicos de Administração no País, esteve portanto inicialmente vinculada a uma mantenedora independente, a Ação Social. Em 28 de janeiro de 1961, o então Presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira assinou o decreto que tornou a ESAN a primeira Escola Superior de Administração de Empresas do País a ser reconhecida e oficializada pelos poderes públicos. O mesmo decreto reconheceu a validade dos diplomas dos alunos formados a partir de 1941. Em 1973, foi autorizada a transferência de mantenedora, passando a Fundação de Ciências Aplicadas a concentrar a manutenção das instituições de ensino com cursos de nível superior.

Em 1998 a Fundação incorporou a Ação Social, reunindo sob uma mesma mantenedora todas as escolas, o patrimônio e recursos para uma gestão mais profícua.

A antiga Faculdade de Engenharia Industrial – FEI, que nasceu para suprir a carência de profissionais de engenharia voltados para a indústria, suporte do grande desenvolvimento econômico brasileiro da década de 40, foi autorizada a funcionar pelo Decreto Presidência nº. 20.942, de 9 de abril de 1946. Iniciou suas atividades em 20 de maio de 1946, com 50 vagas na modalidade Engenharia Química, em São Paulo. No mesmo ano, em 22 de agosto, a FEI e outras faculdades, cada uma em sua área de competência, constituíram a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. No final de 1971, a FEI desligou-se da PUC, voltando à condição de instituição isolada de ensino superior.

Em longo percurso e com muitas dificuldades para solidificar-se após o falecimento do seu fundador, a FEI passou por diferentes gestões, tendo tido como presidentes os jesuítas: Pe. Roberto Sabóia de Medeiros(de 1945 a 1955), Pe. José Gomes Bueno (1955 a 1961), Pe. Antonio Aquino (1961 a 1962) e Pe. Mário Ghislandi (1962 a 1969), Pe. Aldemar Pasini Moreira de Souza (1969 a 1997) e Pe. Theodoro Paulo Severino Peters, desde 1997.

Em 1969, foi nomeado para a Presidência da FEI o Pe. Aldemar Moreira, S.J. permanecendo no cargo até sua morte, ocorrida em julho de 1997. Em cerca de 28 anos de mandato promoveu grande desenvolvimento da Instituição.

Novas necessidades de ampliação e complementação dos conhecimentos adquiridos em cursos de graduação levaram à criação do Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais – IPEI, em 1975,com o objetivo de auxiliar na sustentabilidade dos cursos e desenvolver e transferir tecnologia ao setor produtivo, por meio de assessoria, projetos e serviços tecnológicos, ensaios e análises, nas áreas Mecânica, Química, Eletro-Eletrônica, Têxtil e Metalúrgica, constituindo elo com a indústria. Atualmente o IPEI também apóia pesquisas institucionais em âmbito acadêmico.

Em 1982 foi criado o Instituto de Especialização em Ciências Administrativas e Tecnológicas - IECAT, tendo como função precípua a promoção do aprimoramento profissional no campo administrativo e tecnológico, para organizar e ministrar cursos de pós-graduação latu-sensu e cursos de extensão. A partir do segundo semestre de 1997, o IECAT passou a contar também com instalações em São Paulo, ampliando suas atividades.

Em 1999, em vista da importância da tecnologia da informação para o mundo moderno, foi criada a Faculdade de Informática, com o curso de Ciência da Computação.

Na mesma linha de integração das atividades de apoio à indústria, a Fundação assumiu a administração da Escola Volkwagen, mantendo cursos de formação acadêmica e profissional, capacitando pessoas na própria planta da empresa.

O Revmo. Pe. Theodoro Paulo Severino Peters, S.J., educador e sacerdote jesuíta, que já atuava como membro do Conselho de Curadores da instituição, passou a presidí-la a partir de setembro de 1997 e permanece no cargo até a presente data.

Em janeiro de 2002, dentro de uma proposta de integração e de agregação de competências, visando a excelência de seus cursos, as instituições de ensino superior mantidas foram transformadas no Centro Universitário da FEI, conforme aprovação do MEC, através da Portaria nº 2574, de 4 de dezembro de 2001. Ao Centro Universitário, também foram agregados o IPEI e o IECAT.